Tenho vários Posts nesse blog referemtes a camelôs , principalmente na região que moro ( Pinheiros). Já mandei diversos e-mails à sub-Prefeitura de Pinheiros fazendo reclamações referentes à Rua Teodoro Sampaio.
Sou contrária até àqueles que são " cadastrados" na prefeitura. Não acho justo. Pago DAS, FGTS, IPTU, TFE ( taxa de fiscalização de estabelecimento), dentre muitos outros contas como aluguel, eletricidade.
Sou contrária porque cumpro com minhas responsabilidades de cidadão e não acho nem um pouco justo ocuparem nossas calçadas com bugigangas oriundas de contrabando, não sendo pago nenhum imposto nas transações.
Este mesmos " cidadãos" , mesmo não contribuindo para o crescimento da Economia, são aqueles que utilizam do sistema público de saúde, redes de ensino, transporte, ou seja, aquilo que eu e os demais cidadãos que cumprem com suas obrigações , assumimos a conta.
Na última quarta-feira, quando ia para meu trabalho, pela Rua Teodoro Sampaio, me deparo com brasileirinhas histérias atravessando à rua. Olho para o lado, e vejo no lugar de um dos camelôs que tanto me irrita, um tal de Miro, do tal reality tosco A Fazenda da Rede Record. A tal celebridade, iria provavelmente fazer um quadro , não perdi meu tempo , para verificar ao certo o que o tal faria, porque preciso trabalhar para pagar meus impostos, mas a tal celebridade, iria no quadro do programa, viver um dia de camelô.
Sim, a Record, é a recordista em matérias apelativas, que eles denominam jornalísticas, referentes ao Sistema de Saúde, referentes à pobreza em geral e ao mesmo tempo apóia o comércio ilegal.
O que pude fazer?
Simplesmente parabeniza-los pelo apoio ao comércio ilegal.
Eles são realmente brasileiros!
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domingo, 2 de agosto de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Lei de Talião
Sempre tive uma certa opnião e convicção que o melhor para o Brasil seria a rigorosa reciprocidade do crime e da pena, baseada na lei de talião , o olho-por-olho e dente-por-dente, embora com uma certa insegurança que se dependa da honestidade do brasileiro e a falta de credibilidade do judiciário.
Hoje presencio uma cena, vindo para o trabalho, que provocou em ao menos umas 30 pessoas também me incluindo, a necessidade de fazer justiça com as próprias mãos.
Um sujeito de bicicleta , em pleno dia, na calçada da R. Teodoro Sampaio, passando por pontos de ônibus, buzinando e esbarrando nas pessoas que não davam passagem a ele imediatamente, independente de serem idosas, deficientes, grávidas, alto , magro, branco ou negro. Ele simplesmente , não estava preocupado com isso.
Confesso que não sou uma pessoa paciente, muito pelo contrário, conseguem me deixar nervosa facilmente, porém não é qualquer acontecimento que me deixa fora de controle.
Esse sujeito deixou. Assim como , vendo a fisionomia das pessoas por quem passava também.
Ao me deparar com o sujeito em minha frente, a cena passou meio que em câmera lenta, como se eu tivesse tempo para refletir se derrubava ou não o sujeito da bicicleta.
Sinceramente meu único receio foi a reação do sujeito. Se eu derrubo o sujeito da bicicleta e o sujeito me agride também. Não teria como me defender, mas vontade não me faltou assim como de todas as pessoas que se sentiram desrespeitadas por um sujeito como esse, seja por não conseguir se defender da atitute do fulano ou das consequências de se agredir um sujeito e depois ainda serem processadas.
Em um país como nosso , até a vítima deve provar a legítima defesa!
O pior ?
Um ser desse acredita que está com a razão , ele não acredita que, esteja cometendo algum ato infracional à lei ou aos costumes, não. Para ele, todos temos a obrigação de deixa-lo passar pois ele tem pressa!
Este é o brasileiro, nada sabe, nada conhece e a tudo desrespeita.
Hoje presencio uma cena, vindo para o trabalho, que provocou em ao menos umas 30 pessoas também me incluindo, a necessidade de fazer justiça com as próprias mãos.
Um sujeito de bicicleta , em pleno dia, na calçada da R. Teodoro Sampaio, passando por pontos de ônibus, buzinando e esbarrando nas pessoas que não davam passagem a ele imediatamente, independente de serem idosas, deficientes, grávidas, alto , magro, branco ou negro. Ele simplesmente , não estava preocupado com isso.
Confesso que não sou uma pessoa paciente, muito pelo contrário, conseguem me deixar nervosa facilmente, porém não é qualquer acontecimento que me deixa fora de controle.
Esse sujeito deixou. Assim como , vendo a fisionomia das pessoas por quem passava também.
Ao me deparar com o sujeito em minha frente, a cena passou meio que em câmera lenta, como se eu tivesse tempo para refletir se derrubava ou não o sujeito da bicicleta.
Sinceramente meu único receio foi a reação do sujeito. Se eu derrubo o sujeito da bicicleta e o sujeito me agride também. Não teria como me defender, mas vontade não me faltou assim como de todas as pessoas que se sentiram desrespeitadas por um sujeito como esse, seja por não conseguir se defender da atitute do fulano ou das consequências de se agredir um sujeito e depois ainda serem processadas.
Em um país como nosso , até a vítima deve provar a legítima defesa!
O pior ?
Um ser desse acredita que está com a razão , ele não acredita que, esteja cometendo algum ato infracional à lei ou aos costumes, não. Para ele, todos temos a obrigação de deixa-lo passar pois ele tem pressa!
Este é o brasileiro, nada sabe, nada conhece e a tudo desrespeita.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Calçadas rebaixadas para deficientes
A prefeitura refez toda a calçada da rua Teodoro Sampaio adaptando-a em todos os cruzamentos, para o acesso a deficientes físicos.
Infelizmente, estamos no Brasil e o brasileiro existe.
Um taxista encosta o carro, desembarca seu passageiro em cima da faixa de pedestres e pior em frente à guia rebaixada. Não bastando tal descaso e desrespeito, havia no momento um cadeirante, tentando atravessar e quando este reclama o taxista , com o mesmo descaso, e também reclamando, afasta o carro.
O que estraga o Brasil é o brasileiro, temos calçadas adaptadas para cadeirantes mas a própria população não respeita.
O brasileiro só respeita o transito onde tem fiscalização.
Se tivesse neste momento, um fiscal de transito, o taxista não pararia ali.
O brasileiro ainda tem coragem de se queixar das multas.
Infelizmente, estamos no Brasil e o brasileiro existe.
Um taxista encosta o carro, desembarca seu passageiro em cima da faixa de pedestres e pior em frente à guia rebaixada. Não bastando tal descaso e desrespeito, havia no momento um cadeirante, tentando atravessar e quando este reclama o taxista , com o mesmo descaso, e também reclamando, afasta o carro.
O que estraga o Brasil é o brasileiro, temos calçadas adaptadas para cadeirantes mas a própria população não respeita.
O brasileiro só respeita o transito onde tem fiscalização.
Se tivesse neste momento, um fiscal de transito, o taxista não pararia ali.
O brasileiro ainda tem coragem de se queixar das multas.
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Obra das Calçadas em Pinheiros
As calçadas da rua Teodoro Sampaio estão sendo refeitas.Excelente! Realmente precisava.
Claro que para melhorar, realmente, o tráfego de pessoas, precisariam fazer uma verdadeira faxina nas calçadas, começando pelos Camelôs.
Os camelôs, segundo a Prefeitura, (liguei para Subprefeitura, 156, diversas vezes), estão legalizados. Até hoje não consigo entender o porquê, pois não sei com que direito eles têm de montar uma barraquinha em uma calçada qualquer, possuir um endereço fixo ( Sim eles tem endereço fixo!!! R. Teodoro nº mil trocentos e alguma coisa, de frente a um ponto comercial que é caríssimo, que o proprietário do estabelecimento comercial paga um aluguel que é uma nota),vendem mercadoria do Paraguai, que qualquer um sabe que é contrabando, mais são legalizados porque pagam um imposto para prefeitura. O SEBRAE ou a Associação Comercial deveriam aconselhar os comerciantes a derrubarem todos os prédios e montarem barraquinhas, assim não precisariam nem de licença nem de alvará, nem pagar impostos sobre impostos..mas isso é outro assunto...
Como dizia, a rua Teodoro Sampaio, está em obras em suas calçadas. Ótimo, está ficando muito bom, mantendo- se um padrão de estética e de nivelação, porém, ao andar pelas ruas, qualquer leigo percebe que não tem acabamento, qualquer leigo que tenha acompanhado as obras, só pelo fato de sair para trabalhar e voltar sabe o porquê. Os benditos ou malditos Camelôs.
Durante as obras , tenho visto que enquanto os homens quebram as calçadas, aquele poeirão subindo, os camelôs montam sua barraquinha em ruas próximas, quando começam a fazer a nova calçada, eles já começam a montar a barraquinha em cima da calçada, não dá tempo de terminar,colocavam suas lonas em cima das pedras que seriam usadas para montar a calçada.
Hoje eles estavam fazendo reparos , acabamentos, e os camelôs, em seu mesmo lugar, no seu endereço fixo!!!!
São tão burros que não tem o bom senso de perceber que a obra das calçadas, não é para quem anda, não são para os lojistas, nem ao menos para os motoristas, são para eles mesmos pois são donos das calçadas!
Claro que para melhorar, realmente, o tráfego de pessoas, precisariam fazer uma verdadeira faxina nas calçadas, começando pelos Camelôs.
Os camelôs, segundo a Prefeitura, (liguei para Subprefeitura, 156, diversas vezes), estão legalizados. Até hoje não consigo entender o porquê, pois não sei com que direito eles têm de montar uma barraquinha em uma calçada qualquer, possuir um endereço fixo ( Sim eles tem endereço fixo!!! R. Teodoro nº mil trocentos e alguma coisa, de frente a um ponto comercial que é caríssimo, que o proprietário do estabelecimento comercial paga um aluguel que é uma nota),vendem mercadoria do Paraguai, que qualquer um sabe que é contrabando, mais são legalizados porque pagam um imposto para prefeitura. O SEBRAE ou a Associação Comercial deveriam aconselhar os comerciantes a derrubarem todos os prédios e montarem barraquinhas, assim não precisariam nem de licença nem de alvará, nem pagar impostos sobre impostos..mas isso é outro assunto...
Como dizia, a rua Teodoro Sampaio, está em obras em suas calçadas. Ótimo, está ficando muito bom, mantendo- se um padrão de estética e de nivelação, porém, ao andar pelas ruas, qualquer leigo percebe que não tem acabamento, qualquer leigo que tenha acompanhado as obras, só pelo fato de sair para trabalhar e voltar sabe o porquê. Os benditos ou malditos Camelôs.
Durante as obras , tenho visto que enquanto os homens quebram as calçadas, aquele poeirão subindo, os camelôs montam sua barraquinha em ruas próximas, quando começam a fazer a nova calçada, eles já começam a montar a barraquinha em cima da calçada, não dá tempo de terminar,colocavam suas lonas em cima das pedras que seriam usadas para montar a calçada.
Hoje eles estavam fazendo reparos , acabamentos, e os camelôs, em seu mesmo lugar, no seu endereço fixo!!!!
São tão burros que não tem o bom senso de perceber que a obra das calçadas, não é para quem anda, não são para os lojistas, nem ao menos para os motoristas, são para eles mesmos pois são donos das calçadas!
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