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terça-feira, 14 de abril de 2009

Lei de Talião

Sempre tive uma certa opnião e convicção que o melhor para o Brasil seria a rigorosa reciprocidade do crime e da pena, baseada na lei de talião , o olho-por-olho e dente-por-dente, embora com uma certa insegurança que se dependa da honestidade do brasileiro e a falta de credibilidade do judiciário.
Hoje presencio uma cena, vindo para o trabalho, que provocou em ao menos umas 30 pessoas também me incluindo, a necessidade de fazer justiça com as próprias mãos.
Um sujeito de bicicleta , em pleno dia, na calçada da R. Teodoro Sampaio, passando por pontos de ônibus, buzinando e esbarrando nas pessoas que não davam passagem a ele imediatamente, independente de serem idosas, deficientes, grávidas, alto , magro, branco ou negro. Ele simplesmente , não estava preocupado com isso.

Confesso que não sou uma pessoa paciente, muito pelo contrário, conseguem me deixar nervosa facilmente, porém não é qualquer acontecimento que me deixa fora de controle.
Esse sujeito deixou. Assim como , vendo a fisionomia das pessoas por quem passava também.
Ao me deparar com o sujeito em minha frente, a cena passou meio que em câmera lenta, como se eu tivesse tempo para refletir se derrubava ou não o sujeito da bicicleta.
Sinceramente meu único receio foi a reação do sujeito. Se eu derrubo o sujeito da bicicleta e o sujeito me agride também. Não teria como me defender, mas vontade não me faltou assim como de todas as pessoas que se sentiram desrespeitadas por um sujeito como esse, seja por não conseguir se defender da atitute do fulano ou das consequências de se agredir um sujeito e depois ainda serem processadas.
Em um país como nosso , até a vítima deve provar a legítima defesa!

O pior ?
Um ser desse acredita que está com a razão , ele não acredita que, esteja cometendo algum ato infracional à lei ou aos costumes, não. Para ele, todos temos a obrigação de deixa-lo passar pois ele tem pressa!
Este é o brasileiro, nada sabe, nada conhece e a tudo desrespeita.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Calçadas rebaixadas para deficientes

A prefeitura refez toda a calçada da rua Teodoro Sampaio adaptando-a em todos os cruzamentos, para o acesso a deficientes físicos.
Infelizmente, estamos no Brasil e o brasileiro existe.
Um taxista encosta o carro, desembarca seu passageiro em cima da faixa de pedestres e pior em frente à guia rebaixada. Não bastando tal descaso e desrespeito, havia no momento um cadeirante, tentando atravessar e quando este reclama o taxista , com o mesmo descaso, e também reclamando, afasta o carro.
O que estraga o Brasil é o brasileiro, temos calçadas adaptadas para cadeirantes mas a própria população não respeita.
O brasileiro só respeita o transito onde tem fiscalização.
Se tivesse neste momento, um fiscal de transito, o taxista não pararia ali.
O brasileiro ainda tem coragem de se queixar das multas.

sábado, 4 de abril de 2009

Flagrante

Por diversas postei sobre o respeito no trânsito brasileiro.
Os motoristas só respeitam a lei quando vê por perto um fiscal de trânsito ou uma sinalização de fiscalização eletrônica.
Em um fim de semana praticamente não se vê fiscal de trânsito e sinalização eletrônica ou fotográfica nem todas as ruas possuem.
Já , porém descaso e desrespeito ao pedreste é o que mais se vê .
Um taxista ocupando praticamente toda a faixa de pedrestes, na rua dep. Lacerda Franco esquina com a R. Cardeal Arcoverde.




Ê brasileiro!!!!!!!!!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Justiça absolve passageiro de van que tentou roubar beijo

Pois é ...acontece em nosso país! - Portal Última Instância...

Um ser " brasileiro" entra numa van tenta beijar uma passageira, a passageira o agride e procura a justiça e depois de três anos de processo, o juiz também " brasileiro"o inocenta , sob argumentação que um simples roubo de beijo , é uma reles situação que não cabe à justiça resolver, por sair muito caro para uma situação "corriqueira".
Imagine-se, utilizando um coletivo, indo ao trabalho e de repente é surpreendido por um louco que te tenta beijar.
Sim , pensar pelo lado do simples beijo, talvez inocente? Sim, se fosse uma criança? Talvez...Mas uma criança jamais beijaria um desconhecido...
O simples beijo, numa visão abrangente , não corresponde a um perigo, em visão mais estrita, sendo mais realistas, corresponde sim a um perigo eminente.
Através do beijo, da saliva, da mucosa bucal pode-se contrair diversar doenças.
Pensando além, a relação sexual se inicia com o beijo. Quem diz que o simples beijo do louco da Van não poderia ser procedido de uma violência sexual? A violência sexual, é um fato típico penal sujeito a pena. Para todo fato típico, há também as tentativas..
A tentativa de um crime, se dá , quando o criminoso , tentou mas não conseguiu porque foi impedido de comete-lo por algo ou alguém, então conclui-se que houve uma tentativa de violência sexual..
O juiz brasileiro ainda irozina o fato , chamando a passageira de donzela, moçoila e ainda reafirma tal ironia em sua sentença clamando para não recorrer da absolvição...
O tal juiz brasileiro deve participar do carnaval do Nordeste, onde esses tais brasileiros, arrancam beijos forçados das mulheres, mas com certeza tomaria prudência, e no caso de ocorrer, alguma providência se beijassem sua mulher...