sexta-feira, 17 de abril de 2009

Enquanto as coisas não se resolvem... melhor rir do que chorar...

Um brasileiro estava na França, num café famoso de Paris q fica na frente de um rio. viu um francês lá e apostou com ele q conseguiria fazer com q três caras se jogassem no rio...
Foi no primeiro cara, cochichou e o doido pulou na água.
Foi no segundo, o homem tb pulou na água...
Com o terceiro o mesmo..
O francês ficou surpreso, pagou a aposta e disse q daria mais 1000 euros se ele contasse o q tinha cochichado pros caras. aí o brasileiro disse: "o primeiro era americano, eu disse a ele q se jogar no rio era um ato de patriotismo. o segundo era francês, disse q se jogar no rio era moda. e o terceiro, brasileiro, disse q era proibido pular no rio!"

É melhor rir do que chorar...Nacionalidade de Adão e Eva

Você Sabe Qual a Nacionalidade de Adão e Eva?


Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro apreciam um quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão comenta:
- Olhem que perfeição de corpos: ela, esbelta e espigada; ele, com este corpo atlético, OS músculos perfilados...
Devem ser alemães.

Imediatamente, o francês contesta:
- Não acredito. É evidente o erotismo que > > se desprende de ambas as figuras... Ela, tão feminina... Ele, tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Devem ser franceses.

Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta:
- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza DA pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa, o brasileiro declara:
- Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm Casa, tão na merda... Só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, ainda estão pensando em sacanagem e pior,
acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser brasileiros!

Um email que recebi..

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A necessidade...

Veja o vídeo e matéria

O vídeo mostra funcionários da Super Via , responsável pelos companhia de trem do Rio de Janeiro, agredindo passageiros.
Tenho 27 anos e desde que me conheço por gente vejo esse tipo de situações de cidadãos que surfam no trem , agridem passageiros, impedem o fechamento das portas , fazem o famoso arrastão etc..
A sensação de impunidade foi sempre aumentando.
Ao ver o apresentador intitulando a cena como forte, brutal me pergunto se realmente a cena é brutal , se isso é necessário ou se realmente estou me tornando fria.
Ou a cena é forte para que um funcionário da companhia necessite usar a violência para conseguir realizar seu trabalho?
Há uma greve na companhia, ocorrendo atrasos nos trens e mesmo assim marginais atrapalham a viagem de trabalhadores, atrasando mais ainda.
Como é que se faz para impedir que este tipo de marginal cometa tal ato?
- Por favor senhor , queira por favor descer de cima do teto, porque o senhor pode se machucar?
- Por favor senhor, não impeça o fechamento do trem por que o senhor atrapalha a viagem dos seus coleguinhas?
Não, duvido que alguém conseguiria , em uma situação como esta advertir e ter resultados se tratando de marginais desta espécie.
Não, o brasileiro é mal educado.
Em sua maioria mais parece um animal irracional.
Meu cachorro é educado, sabe o que é dar licença, sabe pedir desculpas, sem precisar levar chicotadas, mas tem alguns brasileiros que ainda não foram adestrados, precisam levar chicotadas.
Cada animal é um animal!
Esperavam ficar impunes e mandar e desmandar nas estações sem nenhuma consequência.
Triste dizer mas , Bem feito!!!! Mereceram!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Hino Nacional

Hoje cedo no jornal da Globo exibiu uma matéria novamente falando sobre a complexidade do hino nacional.
O brasileiro quer sempre tudo facilitado. Só não conseguiu derrubar a burocracia porque é muito difícil lutar por ela.
Escolheram , óbvio, aqueles cidadãos que mal conseguem grunhir um " pobrema" , " craro" , " prácido" e " estrupo" para cantar o hino nacional , e como era de se esperar não conseguiram.
Colocaram então crianças de uma escola particular e conseguiram cantar perfeitamente ! Oh ! Não me diga!

No Brasil tudo se resolve da maneira mais fácil.
Quando os índices de reprovação nas escolas públicas estavam altos o que fizeram? Melhoram as escolas? Não! Prepararam melhor os professores ? Não! É óbvio! Nada mais fácil que aprovar automáticamente ! Pronto , resolvemos o problema do índice de reprovação!
Ah o problema é do governo?
Não, não é não!
O problema são dos brasileiros que nada fizeram para proibir tal descaramento. Muito pelo contrário! Provavelmente devem ter comemorado pois estavam levando vantagem!

O pobre não consegue passar no vestibular!
O que fazer ? Melhoram as escolas? Não! Prepararam melhor os professores ? Não! É óbvio!
Adote cota para os mais pobres! Pronto , mais um problema resolvido . O pobre está na Universidade!
Até chegar no mercado de trabalho e perceber que não ter preparo nenhum...

Isso querem fazer com o Hino Nacional.
Enquanto não conseguirem transformar o hino nacional em rítmo de samba com letra de funk as discussões referentes a sua complexidade não terminarão.

Lei de Talião

Sempre tive uma certa opnião e convicção que o melhor para o Brasil seria a rigorosa reciprocidade do crime e da pena, baseada na lei de talião , o olho-por-olho e dente-por-dente, embora com uma certa insegurança que se dependa da honestidade do brasileiro e a falta de credibilidade do judiciário.
Hoje presencio uma cena, vindo para o trabalho, que provocou em ao menos umas 30 pessoas também me incluindo, a necessidade de fazer justiça com as próprias mãos.
Um sujeito de bicicleta , em pleno dia, na calçada da R. Teodoro Sampaio, passando por pontos de ônibus, buzinando e esbarrando nas pessoas que não davam passagem a ele imediatamente, independente de serem idosas, deficientes, grávidas, alto , magro, branco ou negro. Ele simplesmente , não estava preocupado com isso.

Confesso que não sou uma pessoa paciente, muito pelo contrário, conseguem me deixar nervosa facilmente, porém não é qualquer acontecimento que me deixa fora de controle.
Esse sujeito deixou. Assim como , vendo a fisionomia das pessoas por quem passava também.
Ao me deparar com o sujeito em minha frente, a cena passou meio que em câmera lenta, como se eu tivesse tempo para refletir se derrubava ou não o sujeito da bicicleta.
Sinceramente meu único receio foi a reação do sujeito. Se eu derrubo o sujeito da bicicleta e o sujeito me agride também. Não teria como me defender, mas vontade não me faltou assim como de todas as pessoas que se sentiram desrespeitadas por um sujeito como esse, seja por não conseguir se defender da atitute do fulano ou das consequências de se agredir um sujeito e depois ainda serem processadas.
Em um país como nosso , até a vítima deve provar a legítima defesa!

O pior ?
Um ser desse acredita que está com a razão , ele não acredita que, esteja cometendo algum ato infracional à lei ou aos costumes, não. Para ele, todos temos a obrigação de deixa-lo passar pois ele tem pressa!
Este é o brasileiro, nada sabe, nada conhece e a tudo desrespeita.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Calçadas rebaixadas para deficientes

A prefeitura refez toda a calçada da rua Teodoro Sampaio adaptando-a em todos os cruzamentos, para o acesso a deficientes físicos.
Infelizmente, estamos no Brasil e o brasileiro existe.
Um taxista encosta o carro, desembarca seu passageiro em cima da faixa de pedestres e pior em frente à guia rebaixada. Não bastando tal descaso e desrespeito, havia no momento um cadeirante, tentando atravessar e quando este reclama o taxista , com o mesmo descaso, e também reclamando, afasta o carro.
O que estraga o Brasil é o brasileiro, temos calçadas adaptadas para cadeirantes mas a própria população não respeita.
O brasileiro só respeita o transito onde tem fiscalização.
Se tivesse neste momento, um fiscal de transito, o taxista não pararia ali.
O brasileiro ainda tem coragem de se queixar das multas.

sábado, 4 de abril de 2009

Flagrante

Por diversas postei sobre o respeito no trânsito brasileiro.
Os motoristas só respeitam a lei quando vê por perto um fiscal de trânsito ou uma sinalização de fiscalização eletrônica.
Em um fim de semana praticamente não se vê fiscal de trânsito e sinalização eletrônica ou fotográfica nem todas as ruas possuem.
Já , porém descaso e desrespeito ao pedreste é o que mais se vê .
Um taxista ocupando praticamente toda a faixa de pedrestes, na rua dep. Lacerda Franco esquina com a R. Cardeal Arcoverde.




Ê brasileiro!!!!!!!!!